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Liderança feminina: O rosto e a voz que desenham o futuro da esquerda em Rondônia para 2026.

Por Fabrícia Lopes

Em um estado historicamente disputado por forças conservadoras, Rondônia vive um processo de renovação política conduzido por uma mulher que transformou resistência em liderança. Cláudia de Jesus, deputada estadual, consolidou-se durante seu primeiro mandato como a maior referência da esquerda rondoniense e, hoje, ocupa um lugar singular: é a única deputada de esquerda na Assembleia Legislativa de Rondônia.

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Filha de Anselmo de Jesus, ex-deputado federal e líder sindical, Cláudia carrega em sua trajetória pessoal a essência da luta coletiva. Essa origem se reflete em uma atuação parlamentar firme, coerente e profundamente conectada com o povo. Ao longo do mandato, conquistou não apenas a atenção, mas o respeito dos demais parlamentares, inclusive de campos ideológicos opostos, pela seriedade, preparo e postura ética com que exerce o mandato.

Fora do plenário, a deputada também ampliou sua presença política. Nas ruas, nas comunidades, nos sindicatos, nos territórios indígenas e nos municípios do interior, Cláudia de Jesus consolidou a confiança do povo rondoniense, tornando-se uma referência para quem acredita em um projeto de desenvolvimento com inclusão, dignidade e justiça social.

Olhando para 2026, o projeto político de Cláudia de Jesus vai além da reeleição. Seu plano é ampliar a presença da esquerda na Assembleia Legislativa, ajudando a eleger mais uma deputada ou deputado para fazer companhia na Casa e fortalecer um campo político comprometido com os interesses populares. Paralelamente, Cláudia segue engajada, ao lado da militância petista, na luta pela reeleição do presidente Lula, entendendo que o fortalecimento do projeto nacional é fundamental para garantir avanços também em Rondônia.

Com liderança consolidada, base social organizada e um projeto coletivo em construção, Cláudia de Jesus continua sendo a grande promessa e já realidade da esquerda em Rondônia. O futuro aponta para uma esquerda mais forte, plural e enraizada. Será Cláudia não apenas um nome, mas um caminho estratégico?

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Fabrícia Lopes é natural de Porto Velho, tem 27 anos, é formada em Licenciatura em História pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR), pós-graduada em Gestão Escolar pela Universidade de São Paulo (USP) e atualmente é mestranda no Programa de Pós-Graduação em História da Amazônia (PPGHAm). Atua como coordenadora estadual do Levante Popular da Juventude. Além disso, é comunicadora social e pesquisadora, dedicando-se especialmente aos temas relacionados à educação, às lutas sociais e às representações étnicas na Amazônia.

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