Uma denúncia gravíssima abalou a estrutura do Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) de Ji-Paraná na noite desta sexta-feira (13). Um funcionário público lotado na unidade de internação de menores foi detido pela Polícia Militar, sob a suspeita de aliciar um adolescente para a prática de atos libidinosos em troca de pagamento em dinheiro.
O Flagrante e a Prisão
De acordo com informações obtidas pela redação do Rondônia Atual, a polícia chegou até o suspeito após receber uma denúncia detalhada indicando o paradeiro do menor e do servidor. Ao se deslocarem até a residência do funcionário, os militares efetuaram a detenção. No local, foram apreendidos materiais que corroboram com a denúncia, como preservativos e lubrificantes.
Segundo os relatos iniciais, o homem atraía o adolescente com o pretexto de realizar “massagens”, que, mediante pagamento, evoluíam para atos de cunho erótico e libidinoso.
Denúncias Internas e Agravantes
O caso ganha contornos ainda mais alarmantes com a revelação de que este servidor já seria alvo de outras queixas internas. Informações vindas de dentro do próprio CASE sugerem que condutas irregulares e “gravíssimas” teriam ocorrido dentro das dependências do centro de internação, envolvendo menores sob custódia do Estado.
Até o momento, essas denúncias anteriores não haviam chegado formalmente às autoridades policiais, mas agora devem integrar o corpo das investigações.
Ação das Autoridades
O nome do funcionário ainda não foi divulgado oficialmente, aguardando os trâmites legais e a confirmação da identidade pelas autoridades judiciárias. O caso agora está sob a responsabilidade da Polícia Civil e deve atrair a intervenção imediata do Ministério Público de Rondônia (MP-RO).
Nota da Redação: Sendo o CASE uma instituição destinada justamente à ressocialização e proteção de menores em conflito com a lei, a suspeita de que um agente do Estado utilize sua posição para explorar vulneráveis é um crime de extrema gravidade que exige resposta célere das instituições de fiscalização.
O espaço segue aberto para a manifestação da defesa do acusado e da Secretaria de Estado responsável pela gestão do sistema socioeducativo.
Vale ressaltar que apesar das evidências o funcionário não permaneceu preso.
Por: Rondoniatual.com



