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Domingo, 18 de agosto de 2024







ADUBOS E FERTILIZANTES: Mercado global arrefecido e atraso das compras pressionam preços de fertilizantes

Em 2022, o total importado foi 8% menor frente a 2021. Após a queda constante dos preços nos últimos meses, as quais atingiram as mínimas anuais, as relações de troca voltaram para patamares próximos às médias dos últimos 5 anos, o que pode intensificar as negociações.

Os preços da ureia nos portos brasileiros fecharam a primeira semana do ano em USD 462/t pressionados pela baixa demanda no mercado doméstico. Mesmo com a proximidade do período de aplicação desses produtos para a produção de milho 2ªsafra, a procura pelo macronutriente se apresenta comprometida. Já no mercado internacional, esperava-se no mês de dezembro a realização de mais um leilão de compras por parte das estatais indianas, entretanto isso não ocorreu. Além disso, outros países, como os EUA, não sinalizaram um possível adiantamento nas compras do produto.

Na contramão do mercado internacional, o indicador de preços de MAP CFR Brasil subiu durante o mês de dezembro e em 6/1 fechou em USD 660/t. A melhora das relações de troca no Brasil e a procura maior pelo produto podem ser fatores que, junto às antecipações das compras para 2023, sustentaram os preços.

No mercado de potássio, os preços internacionais também foram pressionados. Com a baixa procura internacional pelo macronutriente, a qual deve retomar com as compras de primavera por parte dos países do Hemisfério Norte, as cotações acabaram arrefecendo. No Brasil, o indicador de preços do KCL fechou a primeira semana de janeiro em USD 505/t. As cotações podem ganhar força nas próximas semanas caso haja a sobreposição da demanda doméstica com a volta do movimento de compras por parte de EUA, Europa e China. As informações são do Boletim Agro Mensal do Itaú BBA.

Fonte: Agência SAFRAS


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